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Menino de 2 anos morre engasgado com algo que quase toda criança tem em casa: ‘todo cuidado é pouco’

Luiz Otávio Aquino Madureira, de apenas dois anos  de idade teve uma triste morte, após se engasgar com algo que quase todas as crianças tem em casa.

O caso serviu de alerta para os pais do mundo todo. Acontece que a criança estava brincando com a peça de um brinquedo, uma ventosa, parte de uma flecha, quando acidentalmente engoliu a peça.

A criança passou 12 dias na UTI, da Santa Casa, em Montes Claros (MG). O garotinho morreu de morte cerebral, consequência de diversas complicações do engasgamento.

“Falei para ele tirar, só que ele sugou e a peça foi parar na garganta. Imediatamente, enfiei o dedo para tentar puxar, só que estava longe, mais fundo. Meu ímpeto foi correr para o hospital”, disse.

Com a ajuda do irmão , ela saiu as pressas com o filho para o hospital Aroldo Tourinho.

“Quando o Luiz desfaleceu, falei para Deus: ‘O Senhor não pode tirar ele de mim, porque ele foi um presente. Eu demorei um ano e oito meses para engravidar dele. Não deixa meu filho morrer, eu imploro’. Eu me desesperei”, falou.

O pai do garoto, Charles Madureira, postou um vídeo nas redes sociais desabafando sobre a morte do filho.

“Infelizmente, nosso guerreiro não resistiu. Agradeço imensamente a cada um de vocês que ajoelhou e clamou por Deus pedindo a misericórdia, pedindo a ressureição do nosso filho, mas foi feita a vontade de Deus. A vontade de Deus foi diferente da nossa, então chegou o último dia. Infelizmente foram feitos todos os testes e constatou a morte encefálica, não tem mais o que fazer, é só mesmo pedir a Deus para continuar dando forças para nós porque não é fácil”, falou emocionado.

“Essa vinda do meu filho aqui na Terra durante esses dois anos foi para mostrar a importância do amor, a importância do amor de um filho, do amor de um pai, a importância da aproximação com Deus e de manter a fé.”

No vídeo o pai também contou que a família autorizou adoção de órgãos.

“Mesmo nesse momento difícil, de dor, nós optamos por fazer a doação de órgãos dele, com isso vão restaurar sete vidas, não só sete vidas, mas vão restaurar sete famílias. Que essas famílias possam ter a esperança de ter seus filhos de volta, igual eu tinha a esperança de ter o meu e, infelizmente, não ocorreu.”


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