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Menina de 12 anos morre de derrame cerebral após médico confundir o AVC com algo que vai te deixar revoltado

Sofia Aparecida da Cruz, de 12 anos, morreu após sofrer um AVC, mais conhecido como derrame cerebral, a pequena desmaiou em uma festa de aniversário da amiga.

O pai da menina correu com ela para o hospital, mas chegando lá te que ouvir algo totalmente revoltante  “O médico disse que a situação que ela se encontrava só poderia ser droga’’ disse a mãe da garotinha, Tamires Aparecida da Cruz, de 33 anos.

A mãe da criança disse que ela era saudável e nunca apresentou problemas de saúde, no dia do AVC ela tinha pedido para ir ao aniversário da amiga “Como eles sempre estão juntos, eu deixei ir. Então ela saiu às 19h, quando foi 19h55 ligaram para o irmão dela dizendo que Sofia tinha desmaiado”, explica.

Logo quando chegou no hospital a menina só ficou no soro “Ela continuava desmaiada e no soro, perguntei para a enfermeira se dava pra fazer algum exame nela, pois Sofia nunca tinha desmaiado”, conta a mãe.

Segundo a família, o hospital exigia um boletim de ocorrência para poder realizar algum tipo de exame.

Tamires, conta que os médicos insistiam em dizer que a filha dela estava sob efeito de drogas “Cheguei a ir na delegacia abrir o boletim de ocorrência, pois queria que fizesse algum exame nela. Nunca vi minha filha daquele jeito”, desabafa.

“Minha mãe teve que implorar para a enfermeira ‘medir’ a pressão e a glicemia dela. Foi aí que a enfermeira olhou o olho dela e chamou o médico”, disse Tamires. Tempo depois, a direção decidiu encaminhar a menina para o hospital de Pariquera-Açu.

“Quando eu estava na ambulância perguntei para a enfermeira o que tinha mudado no estado da minha filha. Ela me respondeu que mudou para um estado neurológico”, explica a mãe de Sofia.

Quando chegaram no hospital, a menina precisou ser transferida de novo para outra unida por falta de vaga.

Quando finalmente a criança conseguiu fazer um tomografia, foi descoberto o derrame em estado praticamente irreversível e de difícil correção cirúrgica “O médico disse que com a demora e com o balanço da ambulância tinha piorado a situação da Sofia. Quando ele examinou, disse que só por um milagre que ia dar pra operar, pois o cérebro estava com muita sangue e muito inchado”, relembra.

Infelizmente a criança morreu após um dia internada, a família optou por autorizar a doação de órgãos, já que a morte foi cerebral  “Quando o cérebro não está funcionando e o corpo funciona com ajuda de aparelho”, explica Tamires.


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