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Caso menino Rafael: mãe finalmente confessa ter estrangulado o filho e dá detalhes

A Polícia Civil, finalmente, pode concluir o inquérito envolvendo Alexandra Dougokenski, acusada de matar o próprio filho, o menino Rafael, de apenas 11 anos. Alexandra já havia mudado de versão em depoimento muitas vezes, mas enfim falou a verdade.

O novo depoimento é visto pela polícia como versão verdadeira dos fatos porque coincide com o que foi encontrado pela perícia. O caso foi cercado de mistério e mentiras por parte de Dougokenski desde o começo. Primeiro, ela alegou que o menino estava desaparecido.

A notícia acabou tomando o noticiário do Rio Grande do Sul até se tornar um caso nacional. A mentira caiu por terra quando o corpo do menino foi encontrado em um terreno vizinho ao da casa. Nesse momento, Alexandra afirmou que matou o filho acidentalmente.

Ela afirmou, em depoimento, que ministrou uma superdose de calmante acidentalmente, e isso teria provocado a morte do menino. No entanto, exames apontaram que a criança foi morta por asfixia, provocada por estrangulamento. Ela também tentou negar que havia ocultado o corpo.

A polícia juntou evidências suficientes para rejeitar a versão apresentada por Alexandra até que, ao fim, ela contou o que realmente aconteceu naquela noite. A morte da criança foi provocada por pura frustração da mãe, que admitiu ter agido sozinha.

De acordo com o delegado do caso, Alexandra se enfureceu depois de descobrir que Rafael estava acordado de madrugada no telefone. Essa era uma briga constante entre os dois, ela brigava frequentemente com o menino para que ele dormisse mais cedo.

Naquela noite, mesmo sob efeito do remédio, o menino permaneceu acordado. Enfurecida, ela entrou no quarto e estrangulou a criança, usando uma corda do varal. Ao perceber que ele havia perdido a consciência, ela saiu do quarto e pegou uma sacola para cobrir o rosto de Rafael.

Ainda de acordo com o delegado, Alexandra não queria olhar para o rosto do filho. Rafael sofreu uma queda enquanto se debatia e fraturou a costela, o que foi provado na necropsia. O corpo do menino foi descartado em uma caixa, no terreno vizinho.


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