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Beneficiário do auxílio emergencial ‘dribla’ sistema do Caixa TEM e antecipa calendário para sacar dinheiro antes do prazo; veja como

A pandemia do novo coronavírus mudou a rotina de muitas pessoas. Estabelecimentos foram fechados e empregos foram perdidos, por outro lado, muitos tiveram a jornada de trabalho reduzida e consequentemente o salário.

Na tentativa de amenizar o impacto da economia e auxiliar muitas famílias financeiramente, o governo criou o auxílio emergencial. Ainda na tentativa de diminuir os impactos, o governo anunciou recentemente que liberaria o saque emergencial do FGTS.

No entanto, para evitar a aglomeração nas agências, foi anunciado que os auxílios seriam liberados exclusivamente através da poupança digital criada pela Caixa Econômica Federal, gerenciada através do aplicativo Caixa Tem. Contudo, os valores não são recebidos imediatamente em espécie e para que a população realize o saque, a Caixa definiu um esquema de pagamentos diferenciados.

O primeiro pagamento é realizado através do depósito em conta digital, e só poderá utilizar o valor para pagamentos online, ou seja, através de boletos e uso das aplicações do cartão de débito digital para realizar compras através dos meios digitais.

Outra forma que também pode ser utilizada é o pagamento pela tecnologia QR Code para pagamentos presenciais.

Para não esperar, alguns estão utilizando estratégias digitais que facilitam e adiantam esse recebimento dos valores para antes do determinado pelo calendário divulgado pelo Ministério da Cidadania, pasta responsável pelo repasse.

A funcionalidade é simples: pagar uma conta. Mas o boleto não é um qualquer, é o de depósito de bancos digitais. O cliente emite um boleto nos aplicativos e paga utilizando o Caixa Tem.

De acordo com o Banco Central, este procedimento não é considerado ilegal. Após a realização desta função, a depender do banco digital, o mesmo poderá realizar o saque e transferências dos valores.

É importante lembrar que o procedimento de saque para alguns bancos digitais poderá ser cobrada taxas que variam, mas média é de R$6,50. As instituições que oferecem essa possibilidade são o Nubank, PicPay, Mercado Pago entre outros.


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